sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A Culpa é das Estrelas

                 Sinopse 


Hazel é uma paciente terminal ainda que por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe da a promessa de viver mais alguns anos -, o último capitulo de sua historia foi escrito no momento do diagnostico.
Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no grupo de apoio a crianças com câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das paginas em branco de suas vidas.

                                   Resenha 

Em " A Culpa é das Estrelas" conhecemos Hazel Grace, uma jovem prestes a completar dezessete anos de idade, com câncer no pulmão e com uma sentença de morte decretada. Para ela, a pergunta não é mais "Como vou morrer?", e sim"Quando vou morrer?", pois a medicação que toma é paliativa, prolonga sua vida mas não evita o desenrolar dos fatos: Hazel morrerá de câncer. 
Os médicos, convencidos que ela está com depressão já que passa muito tempo pensando na morte, a forçam a frequentar um Grupo de Apoio liderado por Patrick, o único adulto. Segundo Hazel, a única coisa que salvava o grupo era um menino chamado Isaac, com quem ela nunca conversava verbalmente, apenas por meio de suspiros e que tem um câncer nos olhos, que o fez perder um olho e agora está prestes a lhe levar o outro.Em uma quarta-feira, Hazel está determinada a ficar em casa e assistir America’s Next Top Model, porém, depois da insistência de sua mãe, acaba indo assim mesmo. É nesse dia que ocorre a reviravolta da história dela: Ela conhece Augustus Waters, um garoto com Osteosarcoma em remissão e melhor amigo de Isaac, por quem ela não consegue evitar se apaixonar.

Hazel Grace é uma protagonista, forte, passional, realista e sarcástica, ela tira saro das suas próprias limitações, muitas vezes as piadas pareceram forçadas, e até mesmo cruéis, mas dentro do contesto do livro faz sentido.
Nesse ponto que John Green, faz com que o livro supere as minhas expectativas, admito que demorei a pegar no tranco. O livro se enreda por caminhos cheios de alegrias, auto-descobrimento e também tristezas. Os personagens são bem construídos, possuem emoções autenticas, o que faz com que sintamos empatia por eles, queiramos conhece-los, e Jonh Green nos ajuda nisso, pois no livro temos os anseios, as expectativas dos personagens apesar da sua doença. A narrativa é a melhor parte do livro, com um texto fluido, prende o leitor logo no primeiro parágrafo com sua escrita simples, metáforas bem encaixadas e muito bom humor em meio ao drama.

Nenhum comentário:

Postar um comentário